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. Não ao abandono de animai...
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. Cansaço?
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Estrelas do Mar
Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.
"Você não vê! explicou o jovem A maré está baixa e o sol está
brilhando.
Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".
O escritor espantou-se.
"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma".
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
"Para essa aqui eu fiz a diferença..".
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.
Sejamos a diferença!
Autor Desconhecido


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Era uma vez um cão que encontrou um osso. Abocanhou-o e correu para casa para o saborear com calma. Pelo caminho, teve que passar por cima de uma tábua que unia as duas margens de um riacho.
Nisto, olhou para baixo e viu o seu reflexo na água. Pensando que era outro cão com um osso, resolveu roubar-lho. Para o assustar, abriu a boca e arreganhou-lhe os dentes. Ao fazê-lo, o osso caiu na água e foi arrastado pela corrente.
Moral da história:
Contenta-te com o que tens e não cobices o que pertence aos outros.
"A ira faz com que fique mais pequeno enquanto o perdão leva a ir para além de onde está."
Cherie Carter-Scott
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.
Moral da História O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
(recebido por e-mail)
Não, não é cansaço...
É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar.
É um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo...
Não, cansaço não é...
É eu estar existindo
E também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.
Álvaro de Campos (grande F. Pessoa)
Relata um pouco como me sinto hoje,
mas não existe noite à qual não se siga dia
e assim será...
retomar forças para mais uma etapa,
cujo final está mais próximo mas ainda longínquo.
(lírio da montanha)
Mãos…
Para uns gastas
Já de nada servem
Inúteis para outros
Quão mal vêem esses olhos
Que não contemplam a beleza
A sabedoria
Que o tempo
E o trabalho
A tristeza e a alegria
As contrariedades e o engenho
Fizeram destas as mãos de alguém
Que ao contrário do que muitos pensam
Não é alguém inútil ou vazio
É sim alguém cheio de uma riqueza inigualável
Dos anos, da vida… que por elas passaram
E das experiências que ficaram
Só quem apenas olha, não vê e não sente
A riqueza que estas mãos têm para partilhar….
Autor: Lírio da Montanha (Direitos Reservados)
PS: Adoro as crianças, os bebés, uma a vida que nasce e irá crescer ….
Mas amo os idosos e a eles me dedico e dedicarei….
É ai que me sinto realizada e sinto a minha vocação...

Apesar de saber que ela anda aí presente e de já a ter sentido em meu redor várias vezes.
Nunca me importei.
Continuo o meu caminho a meu belo prazer...
E aquele que ficar invejando o que é dos outros, o que eles têm ou são está perdendo o seu tempo...
Estou hoje escrevendo porque foi uma junção de manifestações.
Não omito que me tocou.
Mas, também sei que este é um sentimento humano.
Embora ache que deva ser vivido com qb (Não destruam os outros, com palavra falsas e acções maldosas só por inveja).
E só perde quem se deixa invadir por ele e mais nada por si próprio faz (Se queres ser como ele, aplica-te e empenha-te.)
Terminada a minha opinião,
Vou continuar a minha vida e a labuta do dia-a-dia pois como dizia o Marquês de Maricá "Inveja-se a riqueza, mas não o trabalho com que ela se granjeia", transpondo: aqueles que me invejam talvez pensem que o que tenho e estou a construir o consigo sem esforço, mas não... Ou talvez o quizessem também mas, não estão dispostos a esforçar-se tanto como eu... problema deles...
Faço minhas as palavras de Bob Marley: "Não ligo que me olhem da cabeça aos pés..porque nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés".
Tenho dito.
Ps: Sejam felizes e trabalhem para os vossos sonhos alcançarem, não fiquem apenas invejando o que os outros conseguiram.
Lírio da Montanha